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Trying My Very Best to Believe Darwin, or, The Supernaturalistic Fallacy: From is to Noughtby: Conor Cunningham
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AbstractO artigo discute como a teoria de Charles Darwin, de uma simples hipótese sobre as origens das variedades das espécies, razoavelmente pouco agressiva em termos cosmológicos e ontológicos, passou a ser apresentada, pelos darwinistas e materialistas posteriores, como uma “tese científica” definitiva contra a consistência de qualquer especulação teológica e filosófica não materialista. Percebe-se assim que o verdadeiro movimento desses autores é um niilismo ontológico alimentado pela atávica tendência humana a confundir realidade empírica com utopias teóricas carregadas de desvios desejantes.
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